O perigo de um púlpito frágil

O perigo de um púlpito frágil

Maná da Semana Transformação e Crescimento Espiritual

A igreja que tolera um pastor negligente no ministério da pregação comete suicídio espiritual coletivo.

Vivemos no país onde a igreja evangélica mais cresce! A pergunta é: “Pra onde?” – Há um número enorme de igrejas desnutridas, fracas, doentes e pobres, tanto em palavra quanto em espiritualidade.

Templos grandes, belos, suntuosos, imponentes e riquíssimos, mas contendo pessoas com uma fé doente, esquizofrênica e egoísta, em busca de milagres e riquezas materiais. “Um púlpito fraco é a maior tragédia da igreja” – dizia Spurgeon, e ele estava certo ao afirmar isso. O fracasso da pregação é a causa primária da miséria espiritual da igreja.

Sempre que a igreja é transformada em teatro da fé, o púlpito em vitrine de vaidades, o culto em serviço de entretenimento e o pastor em animador de auditório, a decadência espiritual é inevitável. O notável João Crisóstomo indica uma delas.

“Quando você vir uma árvore cujas folhas estejam secas e murchas, algo de errado está acontecendo com as suas raízes”.

A igreja que tolera um pastor negligente no ministério da pregação comete suicídio espiritual coletivo. João Calvino, grande teólogo e experiente pastor, afirmou que “a ignorância é mãe de todas as heresias”.

Onde a verdade é negligenciada floresce o erro. O Brasil, conhecido por sua cultura mística de profundas raízes no paganismo, é terreno fértil para a proliferação de ensinos errados.

Martin Lloyd-Jones disse que a pregação é a tarefa mais importante do mundo. Calvino entendia que o púlpito é o trono de onde Deus governa a sua igreja. A reforma da igreja começa no púlpito da igreja. E o verdadeiro avivamento da igreja acontecerá quando os pregadores começarem a acender uma fogueira pelo Espírito Santo de verdades espirituais bíblicas no púlpito de suas igrejas.

 

* O conteúdo do texto acima é de total responsabilidade do autor e não reflete necessariamente a opinião do Portal Rede Cristo.

 

Fonte: Guiame, Bruno dos Santos

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